QUEM
FAZ
SUAS
ROUPAS?

Negócios de impacto social ganham cada vez mais espaço no mercado. Aumentar a conscientização sobre questões éticas e ambientais está levando ao aumento do consumo consciente, e, assim, a sustentabilidade se torna uma demanda do consumidor.
O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, com mais de 760 mil pessoas. Em sua grande maioria, ao serem inseridos na sociedade após cumprirem a pena, não só não tem apoio de instituições para conseguirem se ressocializar, assim como um a cada quatro condenados reincide no crime, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
As causas da reincidência são várias. Na maioria das cadeias do Brasil, não há promoção de políticas para a profissionalização e capacitação da população que está presa. Dessa forma, ao saírem, muitos não possuem capacidades desenvolvidas para a volta ao mercado de trabalho. Além disso, são poucas as empresas e instituições que os contrata, seja por falta de habilidades ou pelo preconceito que tem com os ex-detentos.
É fundamental oferecer para a população carcerária uma nova chance, para que não ocorra a reincidência.

QUEM
FAZ
SUAS
ROUPAS?

Negócios de impacto social ganham cada vez mais espaço no mercado. Aumentar a conscientização sobre questões éticas e ambientais está levando ao aumento do consumo consciente, e, assim, a sustentabilidade se torna uma demanda do consumidor.
O Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo, com mais de 760 mil pessoas. Em sua grande maioria, ao serem inseridos na sociedade após cumprirem a pena, não só não tem apoio de instituições para conseguirem se ressocializar, assim como um a cada quatro condenados reincide no crime, segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
As causas da reincidência são várias. Na maioria das cadeias do Brasil, não há promoção de políticas para a profissionalização e capacitação da população que está presa. Dessa forma, ao saírem, muitos não possuem capacidades desenvolvidas para a volta ao mercado de trabalho. Além disso, são poucas as empresas e instituições que os contrata, seja por falta de habilidades ou pelo preconceito que tem com os ex-detentos.
É fundamental oferecer para a população carcerária uma nova chance, para que não ocorra a reincidência.